28 de março de 2014

dentro de mim o abismo.
fora de mim o mundo - a transparência do bem e do mal, gritante e aguda.

confusão.
luz.
treva.
medo.
raiva.
revolta.
sonhos.
restos da natureza.

questionei a espiritualidade, as artes, as letras:
tudo que corre pelas minhas veias. 

sinto qualquer esperança em meio ao caos, aqui e ali...

e respiro, na cansada esperança de aprender a surfar na barbárie.

as pseudo-civilizações do século 21 são barbárie. 

(a história humana é barbárie.)

diante do caos, só a arte. mas e quando nem a arte parece responder ao caos sufocante da ignorância humana?

vida.
vida agora.

Um comentário:

Diomar Filho disse...

pseudo-identidade de todos nós